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quinta-feira, 1 de julho de 2010

EBD - JOVENS


Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã

Subsídios extras para a lição O Ministério Profético na Bíblia,
a voz de Deus na Terra

3º trimestre/2010



Lição 01 - O Ministério Profético no Antigo Testamento



Leitura Bíblica em Classe
Números 11.24-29


I. O início do ministério dos profetas
II. O profeta
III. O ministério


Conclusão

O MINISTÉRIO PROFÉTICO EM O ANTIGO TESTAMENTO

Prezado professor, vamos iniciar um novo trimestre em Lições Bíblicas. O tema desse trimestre é “O Ministério Profético na Bíblia, A voz de Deus na Terra”. O objetivo principal desse tema é percorrer toda a Bíblia a fim de descortinar os desdobramentos e implicações do ministério profético nela. Professor, é urgente que a Igreja esteja pronta a conhecer, compreender e discernir quem, de fato, é verdadeiro profeta.

A abordagem de alguns temas é inédita. Por exemplo, veremos como os profetas lidavam com questões de cunho social e político no exercício de seus ministérios e o que isso tem a ver com a igreja; a presença do misticismo em um confronto direto com a verdadeira profecia; a diferença entre dom minesterial de profeta e o dom de profecia (Ef 4.11); qual é a missão profética da Igreja? São temas que edificarão a sua vida a de seus alunos.

O profeta e o seu ministério

O termo profeta é derivado do grego prophetes, “aquele que fala sobre aquilo que está porvir, um proclamador ou intérprete da revelação divina. Esse termo refere-se àquele que age como porta-voz de um superior. Pode, também, ser utilizado como sinônimo de “vidente” ou “pessoa inspirada” (Os 9.7; 1 Sm 9.9). O termo hebraico para profeta é nabi’ cujo o significado etimológico mostra uma força de autoridade representativa . Em Deuteronômio 1.18b Deus afirma que o profeta [nabi’] declarará tudo que Ele ordenar. Em Êxodo 7.1 nabi’ [profeta] tem o mesmo valor semântico de representação de autoridade. Em outras passagens como Êxodo 4.15,16; Jeremias 1.17a; 15.19; a palavra nabi’ [profeta] aparece no contexto de um mensageiro que fala em nome de um superior.

O ministério de profeta tem seu início em Moisés com a manisfestação clara do exercício profético no arraial israelita (Nm 11.25,26). A concepção da instituição divina de ministério profético é ratificada em Deuteronômio 18.9-22, onde a contraposição entre profeta e prognosticadores (encantadores, mágico, etc.) é feita com a promessa do surgimento do grande profeta em Israel (vv. 15-22): Jesus Cristo (At 7.37,38).

No período monárquico, em Israel, aparecia a primeira escola de profetas (1 Sm 10.5,10). Isso introduz o papel importante que o profeta exerceria no período monárquico. Ele seria consultado pelos os reis como representantes de Deus para com o povo. Este profeta falaria ao rei através dos oráculos. Esse período para os profetas, em Israel, é marcado por respeito e reverência por parte da nobreza e do povo (1 Sm 16.4,5).

No período da monarquia dividida, surge o então conhecido movimento de profetas em Israel que tecnicamente, em Teologia, é chamado de Profetismo. Esse movimento tinha o objetivo de restaurar o monoteísmo hebreu. Os profetas desse período combatiam a idolatria, denunciavam as injustiças sociais, proclamavam o Dia do Senhor com o objetivo de reacender a esperança messiânica no povo. Esse movimento iniciou em Amós encerrando, cronologicamente com Malaquias. Esse período, diferentemente do anterior, caracterizado pelo sofrimento e marginalização que os profetas eram condicionados a passar. De homens dignos de reverência passaram, os profetas, a homens “dignos” de tratamentos mais baixos possíveis. Isso porque a mensagem de tais profetas ia de encontro aos interesses escusos das lideranças religiosas e políticas de Israel e Judá (Hb 11.36-38).

Professor, faça esse mapeamento a fim de introduzir os dados essenciais para compreender o início e o propósito do ministério profético em Israel no período do Antigo Testamento. Boa Aula!

Referência Bibliográfica

Dicionário Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD.
ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro, CPAD.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Lições Biblicas - EBD


3º Trimestre de 2010

A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.
No 3º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema O Ministério Profético na Bíblia, a voz de Deus na TerraComentarista: Pastor Esequias Soares

SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- O Ministério Profético no Antigo Testamento
2- A Natureza da Atividade Profética
3- As Funções Sociais e Políticas da Profecia
4- Profecia e Misticismo
5- A Autenticidade da Profecia
6- Profetas Maiores e Menores
7- Os falsos Profetas
8- João Batista – O Último Profeta do Antigo Pacto
9- Jesus – O Cumprimento Profético do Antigo Pacto
10- O Ministério Profético no Novo Testamento
11- O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia
12- O Tríplice Propósito da Profecia
13- A Missão Profética da Igreja

sábado, 12 de junho de 2010

EBD-JOVENS


Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã CPAD

Lição 11 - A Excelência do Ministério


Leitura Bíblicaem Classe
Jeremias 45.1-5


Introdução
I. Quem era Baruque
II. A coragem e o zelo de Baruque
III. A expectativa de Baruque é frustrada
IV. Sucesso ou Excelência



Conclusão

PADRÃO ÉTICO CRISTÃO: UMA PRIORIDADE NO MINISTÉRIO PASTORAL?

O contexto hodierno do cenário evangélico brasileiro, no que diz respeito à ética ministerial, clama por uma profunda reflexão de acordo com os pilares que sustentam o modelo de vida proposto pelo o reino de Deus, isto é, o seu padrão ético.

À guisa de uma definição mais expressiva sobre a ética, poderíamos propor “a conduta ideal do indíviduo” [1]. Naturalmente, é unânime, no contexto social, que o indivíduo exerça uma conduta exemplar. Porém, o problema ético surge quando ocorre a tensão entre o comportamento ideal e a conduta defeituosa.

O “inter-relacionamento do nosso ser” [2] definirá a veracidade de caráter. Nessa relação, a tensão entre o comportamento ideal e a conduta defeituosa é inevitável, assim como não podemos impedir o raiar da luz solar, as verdades de nossas ações soam como um sino que tine numa cidade.

É nessa linha de reflexão que o texto do Pr. John Macarthur Jr. confronta o comportamento ideal no ministério pastoral e a conduta defeituosa em seu exercício:

O modelo de Liderança Eclesíastica da “Terceira Geração”

[...] A responsabilidade dos líderes da igreja é o assunto de 13.17 (epístola aos Hebreus), que trata especificamente de sua responsabilidade como exemplos. O autor instrui os leitores: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver”. Examinar o resultado de seu estilo de vida (de anastrophe) e imitar (imperativo presente de mimeomai) a perseverança deles na fé são esforços paralelos. Tais exemplos concretos harmonizam-se com a ênfase total da epístola, que é permanecer.
A mensagem correspondente de Pedro dirigi-se diretamente aos líderes da igreja. Ele ordena aos presbíteros: “Apascentai o rebanho de Deus que está em vós” (2 Pe 5.2; conforme Jo 21.15-17; At 20.28). Esse é o único imperativo na passagem, mas seu sentido imperativo permeia todas as qualificações seguintes (vv. 2,3). Três contrastes destacam os motivos da liderança espiritual:

1. Os líderes espirituais não devem servir por constrangimentos humanos, mas por compromissos divinos.

2. Os líderes espirituais não devem ministrar por lucros injustos, mas com zelo espiritual.

3. Os líderes espirituais não devem liderar como ditadores orgulhosos, mas como humildes exemplos.

Os pastores do Novo Testamento têm a obrigação impositiva de ser um modelo ético para o rebanho de Deus. As ovelhas, por sua vez, devem imitar a vida de seus líderes [grifo nosso] (Hb 13.7), o que exige humildade genuína (1 Pe 5.5,6).

O Modelo da Igreja para a Igreja

[...] Hebreus 6.12 também fala da exemplificação. Os exemplos aqui são todos os que “pela fé e paciência, herdam as promessas”. O autor urge com os leitores dessa epístola a se alistarem em suas fileiras por meio de uma conduta de imitação.
Michaelis está correto ao afirmar:

A exortação em 3 João 11: [memimou to kakon Allá to agathon, “Não sigas o mal, mas o bem”] é geral, mas está estreitamente relacionada com o que a antecede e sucede. Gaio não deve ser enredado por Diótrefes, que é denunciado em v. 9. Ele deve seguir Demétrio, que é louvado no v. 12.

As Escrituras nunca afirmam que os crentes devem imitar uma abstração. Como aqui, o exemplo é sempre concreto. Essa passagem fornece tanto o padrão negativo como o positivo.
O povo de Deus deve imitar não apenas outros discípulos maduros, mas também as pessoas que Deus lhe ofertou por líderes espirituais (Ef 4.11-13). Estes, por sua vez, em harmonia com os testemunhos do círculo apostólico, devem esforça-se para ser como Cristo, o único que manifesta a imagem moral perfeita de Deus. No Novo Testamento, o elo vital da imitação ética representada nos líderes da igreja é particularmente evidente. Por conseguinte, para redescobrir o ministério pastoral de acordo com a Palavra de Deus, é preciso que os líderes eclesiásticos de hoje não só reconheçam e ensinem a prioridade da exemplificação moral, mas aceitem esse desafio maior pessoalmente e, por sua graça, vivam como exemplos diante das ovelhas de Deus e de um mundo crítico, pronto para levantar uma acusação de hipocrisia [grifo nosso]. [3]

O modelo proposto por Cristo para o exercício de uma ética cristã incube os representantes do reino a desempenharem um papel que protagonize a excelência do reino, e jamais o sucesso individual.

No cenário evangélico brasileiro é possível desempenhar esse papel?

Reflexão:

“Devemos não só nos perguntar: O que estamos sendo?, mas também: Estamos sendo em direção a quê?” (JOHN, Cheryl e WHITE, Vardaman)

Referência Bibliográfica
MACARTHUR, John Jr. Ministério Pastoral. Rio de Janeiro, CPAD, 4ª ed. 2004
Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro, CPAD, 2001
CHAMPLIN, R. N.; BENTES, J. M. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo, Editora Candeia, 1995, vol. 2

[1] CHAMPLIN, R. N.; BENTES, J. M. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. São Paulo, Editora Candeia, 1995, vol. 2, p. 554.

[2] Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro, CPAD, 2001, p.299.

[3] MACARTHUR, John Jr. Ministério Pastoral. Rio de Janeiro, CPAD, 4ª ed. 2004, p. 289-291.

sábado, 5 de junho de 2010

EBD


Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã CPAD

Subsídios extras para a lição Jeremias, esperança em tempos de crise

Lição 10 - O Valor da temperança


Leitura Bíblicaem Classe
Jeremias 35.1-5, 8, 18, 19


Introdução
I. A origem dos recabitas
II. O estilo de vida dos recabitas
III. O exemplo dos recabitas

TRADIÇÃO: UMA ABORDAGEM EQUILIBRADA


O pós-modernismo é considerado, por alguns estudiosos, um tempo que marca a transição do modernismo para o tempo pós-industrial. Suas características são conhecidas pelas tentativas de desconstruções e relativizações com temas que supostamente eram inquestionáveis. As influências pós-modernas abrangem várias esferas, e uma delas que iremos abordar é a linguística.

Algumas palavras sofreram alterações ou influências normais ao longo dos séculos como, por exemplo, Anátema, que anteriormente era designada como coisa consagrada a outro deus de acordo com o contexto hebraico, mas o uso de acordo com o contexto helênico designou um objeto de maldição[1]. Hoje é impossível alguém atribuir outro significado, ao termo anátema, que não seja maldição. O progresso linguístico em qualquer vernáculo é natural e necessário. Diagnosticando o desenvolvimento da sociedade, é preciso que o vocabulário acompanhe-o naturalmente.

Os termos bíblicos fazem parte da língua nativa de cada povo que tem uma tradução disponível em seu idioma. E é comum que o exercício da pregação utilize essa língua para comunicar verdades reveladas. Nesse momento, esse exercício é representado por uma carga semântica local e vivencial do povo que faz uso de sua língua nativa.

É nesse contexto que se deve refletir até que ponto a palavra da língua nativa sofre um progresso natural do desenvolvimento do vernáculo nativo ou sofre um “preconceito linguístico” como resultado da desconstrução e relativização do pós-modernismo.

Uma das palavras-chave da presente lição é Tradição. Ela se acomoda perfeitamente no desenvolvimento preconceituoso da semantização que ela propõe hoje. As pessoas não se sentem a vontade ao ouvir a ideia de retorno à tradição ou o convite à conservação da tradição deixada pelos antigos. Veja o que os principais dicionários falam acerca do significado do termo tradição:

“Ato ou efeito de transmitir ou entregar; Conjunto dos valores morais, espirituais etc., de uma geração para outra”.[2]

“A palavra grega paradosis ocorre 13 vezes no NT e é usada no sentido de um ensino que é transmitido de uma pessoa ou grupo para uma pessoa ou grupo.” [3]

“Paradosis (gr.) condução para baixo, transmissão à geração seguinte ou condução em passagem seguinte, passagem adiante, transmissão denota tradição, e, consequentemente, por metonímia: os ensinos dos rabinos (Mt 15.2,3,6); os ensinos apóstolicos (1 Co 11.2), podendo aludir a doutrina cristã em geral para afirmar a autoridade divina”[4]

As definições apresentadas demonstram a semantização do termo em referência a conservação, permanência, continuidade e defesa dos ensinamentos adequados para uma comunidade. E no caso da igreja de Cristo, o exercício da irreversibilidade dos padrões ensinados por Cristo deve ser “o sonho de consumo” de cada crente.

Para discutir o real problema pejorativo do termo tradição, precisa-se primeiramente conceituar e buscar na sua origem o que os primeiros teóricos quiseram dizer com esse termo, conforme fizemos, anteriormente, de acordo com a esfera cristã. Porém, é preciso também entender o contexto histórico que a igreja se encontra hoje. No caso do Brasil, há um movimento permanente contra as formas instituicionais estabelecidas e um sentimento de procura de “libertação” de qualquer instituição. Há uma crise instalada nas instituições brasileiras, sejam elas políticas, sociais, privadas ou até religiosas. Isso denota naturalmente o esfriamento de qualquer perspectiva sustentável em relação à relevância das instituições.

Os principais movimentos de influências globais do pensamento (Renascentismo, Iluminismo, Revolução Francesa, etc) levaram a ideia ao extremo da desconstrução do absoluto e tudo o que denota o estabelecimento da verdade. Os termos Conservadores, Fundamentalistas ou Tradicionais são permanentemente enxovalhados por uma onda de “pensamentos libertadores” que estão dispostos a resolver as crises institucionais estabelecendo a anarquia. Mas o que é Tradicionalismo ou Conservadorismo? A resposta a essa pergunta vai depender dos pressupostos que os seus proponentes carregam em suas cosmovisões.

É claro que o extremo, como houve no tempo de Jesus, da tradição segundo o sentimento humano, foi opressor e manipulador. Nesse contexto a tradição não trazia a cura da alma, sendo uma realidade frustrante em muitos arraias ainda hoje. Jesus e os apóstolos sentiram isso na pele. Mas esse sofrimento não influenciou em nada o entendimento dos primeiros discípulos na cultivação sadia dos princípios ensinados pelo seu Senhor, conforme nos relata John Stott: “Lemos que imediatamente depois do Dia de Pentecoste, os crentes cheios do Espírito estavam unânimes todos os dias no Templo, partindo o pão em casa, At 2.46. Assim, eles não rejeitaram imediatamente a igreja institucional” [5].
Sobre isso Stott continua:



Todos nós concordamos em que o Espírito Santo pode ser (e às vezes tem sido) aprisionado por nossas estruturas e sufocado por nossas formalidades. Contudo, há algo a ser dito em relação ao outro extremo. Liberdade não é sinônimo de anarquia. [6]


Justificando que nem toda tradição deve ser lançada fora, Stott sentencia:



Mas não podemos refugiar-nos na doutrina da invisibilidade da Igreja verdadeira para negar que Jesus Cristo tinha em mente que seu povo fosse visto e conhecido como tal. Ele mesmo insistiu no batismo como cerimônia de iniciação na sua Igreja, e batismo é um ato visível e público. Ele também institui a Santa Ceia como a refeição da comunhão cristã, pela qual a Igreja identifica a si mesma e exercita disciplina sobre os seus membros. [7]



Há questões que não podem ser negociadas, como, por exemplo, a vida em comunhão de uma comunidade (congregar é uma necessidade dos salvos em Cristo para edificação de sua fé), as verdades centrais da fé (Criação, Jesus Cristo, Salvação mediante a fé, Batismo no Espírito Santo, a Volta do Senhor, etc.) só para citar algumas.

Por outro lado a igreja não pode dar ênfase só a tradição (doutrina) em detrimento do amor. Em Apocalipse o Senhor Jesus repreende a igreja de Tiatira porque, apesar de exercer o amor e o serviço exemplarmente, tolerava os ensinos de Jezabel e relaxava com o cuidado da conservação moral daquela igreja. Porém, a igreja de Éfeso era poderosa na ortodoxia e na moral, mas foi repreendida pelo Senhor porque se afastara do primeiro Amor.

Portanto, a Doutrina distinta do Amor gera uma igreja fria e o Amor desprovido de Doutrina gera uma igreja vulnerável. É preciso que o nosso cristianismo seja equilibrado nos dias hodiernos.

Referência Bibliográfica

DICIONÁRIO BÍBLICO WYCLIFFE. Rio de Janeiro, CPAD.
DICIONÁRIO VINE. Rio de Janeiro, CPAD.
DICIONÁRIO HOUAISS da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, EDITORA OBJETIVA.
STOTT, John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD.




[1] DICIONÁRIO BÍBLICO WYCLIFFE. Rio de Janeiro, CPAD, p. 100.

[2] DICIONÁRIO HOUAISS da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, EDITORA OBJETIVA p. 2745.

[3] DICIONÁRIO BÍBLICO WYCLIFFE, p. 1955. O termo tinha dois significados: o primeiro se referia a interpretação oral do AT (Lei de Moisés, ensino de anciões e rabis judeus) e o segundo num sentido mais amplo onde o apóstolo Paulo usa o termo para denotar os seus ensinos (1 Co 11.2; 2 Ts 3.6).

[4] DICIONÁRIO VINE. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1030.

[5] STOT, John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD, p. 53.

[6] STOT, p. 49.

[7] Stot, p. 49.